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"A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro."

Casa de Petrópolis

Nome Artístico / Nome Fantasia

Espaço -

Artista Plástico

Sobre

A Casa de Petrópolis Instituto de Cultura é um espaço voltado para atividades históricas, artísticas e culturais. Sediado no imóvel nº 716 da rua Ipiranga, a proposta do local é servir como referência de uso de bens tombados, preservando o aspecto histórico, arquitetônico e paisagístico ao mesmo tempo que fomenta atividades culturais contemporâneas.

Experiência

Sediada no nº 716 da Rua Ipiranga, o imóvel que abriga a Casa de Petrópolis Instituto de Cultura guarda um passado memorável. Sua construção começou em 1879. Seu proprietário, José Tavares Guerra, que havia passado seus anos de estudo na Europa, idealizou sua residência unindo a beleza dos estilos europeus com as modernidades que começavam a surgir no final do século XIX. Sua construção, executada pelo alemão Karl Spangenberger e feita com mão de obra de imigrantes, foi concluída em 1884. Seus jardins foram projetados pelo botânico Auguste Glaziou. Dezesseis anos depois a casa recebeu instalação de luz elétrica, sendo a primeira na cidade a possuir esse recurso. O imóvel serviu como moradia da família até 1982. Em 1999 o local foi nomeado oficialmente como Casa de Petrópolis Instituto de Cultura. A primeira exposição recebida aconteceu no jardim, “Escultura contemporânea no jardim de Glaziou” e no ano 2000 a Casa recebeu a exposição “Século das Mulheres”, onde 52 artistas plásticas contemporâneas, como Beatriz Milhazes, Djanira, Tomie Ohtake, Adriana Varejão, entre outras, exibiram suas obras no interior da Casa e no jardim. No mesmo ano o espaço foi aberto para a realização de concertos musicais, palestras e lançamento de livros. Desde então, outras exposições aconteceram na Casa como a exposição de Escultura Contemporânea, de Arte Sacra, de Brinquedos Antigos, Objetos Século XIX, além de diversos eventos entre concertos, palestras e lançamento de livros, exibição de filmes, peças de teatro e também foi cenário de gravações de novelas e filmes. Atualmente a Casa passa por um período de renovação. Sob nova gestão, o local recuperou seu nome como Casa de Petrópolis Instituto de Cultura. Sem se restringir como espaço museológico ou galeria, a CPIC é um local onde se preserva a memória material e imaterial, contemplando visitas ao interior, exposições históricas, atividades culturais como concertos musicais, palestras e debates e local para exposições de artes plásticas, criando alternativa para a vida cultural da cidade. A CPIC pretende honrar o pioneirismo de José Tavares Guerra, funcionando como uma ponte entre o passado, presente e futuro. Casa de Petrópolis Instituto de Cultura. Tem a intenção nessa nova fase de servir como um bom exemplo de utilização de imóvel tombado, contemplando o aproveitamento do espaço de forma consciente, unindo a preservação com atividades voltadas para a cultura e a história. O nome A “Casa de Petrópolis”, que já foi conhecida pelos petropolitanos como ‘Casa dos Sete Erros’ devido à assimetria de sua fachada, também já foi chamada de ‘Casa da Ipiranga’ em outra gestão. Em 2020 a casa recupera seu nome original, Casa de Petrópolis Instituto de Cultura, nome recebido em 1998 por seus proprietários, durante a primeira experiência de abertura da Casa como centro cultural e ponto turístico. Até 1982 era ainda residência da família Tavares Guerra. Preparação para receber o público A Casa vem passando por manutenções diárias com o esforço pessoal de alguns herdeiros empenhados em restaurar detalhes estrtuturais e que sofrem rapidamente com a ação do tempo. Seguindo as orientações do Iphan, o jardim tem sido parcialmente restaurado a partir de seu projeto original, projetado pelo botânico, paisagista, e funcionário público do Segundo Império, Auguste Glaziou. Os papéis de parede da sala principal também foram restaurados, madeiras de paredes e escadas hidratadas e infiltrações foram sanadas. As visitações serão de quarta a domingo, de 10h às 16h, para o público em geral, e às terças com grupos agendados. O valor cobrado, que servirá para manutenção da Casa, será de R$10 a inteira. O primeiro andar contará com visitação guiada, onde as pessoas poderão contemplar toda a beleza dos detalhes originais do imóvel e com uma sala para exposição permanente de artes plásticas contemporânea, sob curadoria do artista plástico Luiz Aquila, que é um dos 35 herdeiros da Casa. Exposições de reabertura Com programação definida para sua reabertura ainda esse ano, a Casa vai sediar a exposição de arte contemporânea“a Exposição “XIX, XX, XXI” com três gerações de artistas consagrados, criando uma ponte entre o passado, presente e futuro. Além de obras de artistas locais, a exposição pretende apresentar ao público obras de artistas de diferentes regiões do Brasil e de importância histórica para as Artes Plásticas no Brasil. Em um segundo momento, o espaço irá receber em seu segundo pavimento a exposição ‘Nas Asas da Panair’, vinda do Museu Histórico Nacional. A história da Casa de PetrópolisI Ilustre e repleta de história e simbolismos, a Casa de Petrópolis Instituto de Cultura está localizada no Centro Histórico da cidade. Seu proprietário, José Tavares Guerra, que havia passado seus anos de estudo na Europa, idealizou sua residência unindo a beleza dos estilos europeus com as modernidade que começavam a surgir no final do século XIX. Sua construção, que começou a ser executada pelo engenheiro alemão Karl Spangenberg em 1879 e feita com mão de obra de imigrantes, foi concluída em 1884. Os jardins foram projetados pelo botânico Auguste Glaziou, o mesmo responsável pela reforma dos jardins da Quinta da Boa Vista e da residência do Barão de Nova Friburgo, sendo o único no Brasil que se conserva em estado original. Em 1900, a casa recebeu instalação de luz elétrica, sendo a primeira na cidade a ter esse recurso. A casa abriga também o primeiro relógio de torre de Petrópolis e que se mantém conservado. A Casa é considerada uma das três mansões brasileiras do século XIX que ainda guardam suas característica originais (as outras duas são a Casa da Hera, em Vassouras e o Palácio do Catete, atual Museu da República, no Rio de Janeiro). Seu estilo arquitetônico é o Eclético, usado entre a segunda metade do século XIX e início do século XX, e tem como característica a combinação de vários estilos do passado, formando uma nova linguagem arquitetônica a partir deles. A Casa por dentro Os painéis distribuídos pela casa foram pintados pelo pintor austríaco Carl Schäffer, com exceção da sala Fumoir, pintada pelo artista italiano Gustavo Dall’Ara. O lustre da sala principal foi feito em bronze banhado à ouro pela fundição francesa Barbedienne, a mesma usada no Palácio de Versalhes. Na sala de música as pinturas no teto recordam as viagens feitas por José Tavares Guerra aos Alpes Suíços, África, Bagdá, Egito, Índia e Palestina. Algumas paredes são revestidas de papel feito à base de pó de ouro. O imóvel serviu como moradia da família até 1982, passando por diferentes gestões, até ser fechada no início de 2019, tanto para reformas de urgência quanto para uma reestruturação administrativa. Agora, em 2020, a Casa de Petrópolis Instituto de Cultura está se consolidando como um espaço histórico, artístico e cultural, contribuindo não só para o turismo da cidade como também para oferecer à população petropolitana, e a todos que a vierem visitar, uma programação de qualidade. O Jardim: Assim como a Casa preservou suas características originais do século XIX, seu jardim também é um dos poucos projetos do botânico e paisagista francês Auguste Glaziou que manteve seu traçado original. A pedido de d. Pedro II, Glaziou veio para o Brasil como um funcionário público do Império, encarregado de fazer os Jardins do Rio de Janeiro. É dele os jardins do Passeio Público, o Jardim da Quinta da Boa Vista, fez também o jardim do Museu Imperial e desenhou os jardins da Casa de Petrópolis. No Brasil do Segundo Reinado havia uma preocupação com a criação de uma identidade brasileira, e Glaziou foi muito importante para esse projeto, pois foi na natureza que d. Pedro II encontro os símbolos para representar essa identidade. Inspirado nos jardins românticos ingleses, Glaziou escolheu as plantas brasileiras para o jardim, sendo o primeiro a usar a vegetação Tropical como planta ornamental, antes vista como uma coisa bárbara, como mato. Ao contrário do jardim racionalista cartesiano francês, como os de Versailles, por exemplo , o jardim romântico inglês é muito mais solto, os caminhos são tortuosos, mas tem mistério e uma procura do imprevisto. Glaziou passa então a usar não só plantas tropicais nativas do Brasil como ornamento, como também plantas de outros lugares do mundo vindas do Oriente e da América Central, criando a ideia do Jardim Tropical para um Império Tropical.

Endereço (Cidade, Bairro, Rua e Cep):

Petrópolis

- Centro -

Av Ipiranga,716 -

25610-150

E-mail

atelieluizaquila@gmail.com

Tel. Celular

(24) 9-8112-8903

Tel. Fixo

(__) ____-____

Comprovação Cultural

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